Novembro 15, 2009

RECORDANDO

De 16 a 30 de Novembro

DIAS DE FELICIDADE

Dia 24 – Gina Santos, Fadista do Porto
Dia 27 – Lourenço Carvalho, Fadista de Gondomar
Dia 28 – Manuel Barbosa, Fadista do Porto
Dia 30 – Nelson e Odete Duarte, aniversário de casamento


EFEMÉRIDES

Dia 20 – César Morgado, Fadista nascido em 1931
Dia 21 – Fernando Maurício, Fadista nascido em 1933
Dia 22 – Carlos Conde, Poeta de Fado nascido em 1901

SAUDADES

Dia 16 – António Aleixo, Poeta popular falecido em 1949
Dia 21 - Henrique Jorge, Fadista nortenho falecido em 2009

Dia 27 - Paquito, violista do sul, falecido em 2004

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VOZES DAS MINHAS PALAVRAS

ANTÓNIO PASSOS

O TEU ANIVERSÁRIO
Fado: Latino / Miguel Ramos
CD: “Ao Vivo na Rádio Festival” – Promocional / 2004

CIÚME LOUCO
Fado: Três Bairros / Casimiro Ramos
CD: “Ao Vivo na Rádio Festival” – Promocional / 2004

CANTANDO PELA CIDADE
Fado: Zé Grande / Raul Pereira
CD: “Ao Vivo na Rádio Festival” – Promocional / 2004

MARIA MAIA

FADOCANTO
Música Própria: Nel Garcia
CD: “Meu Fado, meu sonho” – Conquista/2004

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RECORDAR É VIVER

Taberninha da Serra - Valongo
Presentes: Eu, José Carlos, Joaquim Duarte, António Pereira e António Sous
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A TV FOI AO FADO

À CONVERSA COM JÚLIO COUTO
(OU COM O FILHO)
ZÉ CARVALHO
Local: Porto Canal - Ricardo

ANITA FARIA
Local: Restaurante Mamã

ALFREDO COSTA
Local: Adega do Emílio

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SABIA QUE...


Alfredo Marceneiro nascido em Lisboa, na freguesia de Stª Isabel, estreia-se como fadista com cerca de 20 anos (1911), num "cabaret" sito no 14 do Largo do Rato. Começa a ser conhecido pelo Alfredo "Lulu" em virtude de andar sempre muito bem vestido, muito janota. Mais tarde o fadista, que é marceneiro de ofício, vem então a ter nome Alfredo Marceneiro, nome com o qual fica imortalizado no fado, como cantador e como compositor.
São de Marceneiro o Fado Margarida, o Fado Cravo, o Fado Balada, o Fado Pagem, a Marcha de A. Marceneiro, entre outros, e o Fado Cuf em que cantava, com versos do poeta Armando Neves, o fado "O Marceneiro"

Com lídima expressão e voz sentida
Hei-de cumprir no Mundo a minha sorte
Alfredo Marceneiro toda a vida
Para cantar o fado até à morte.
... ... ...A produção discográfica de Alfredo Marceneiro não é muito grande; consta que gostava pouco de gravar; a sua actividade cingiu-se praticamente às casas de fado em Lisboa; fez uma "incursão" no cinema, em 1940, tendo participado, bem como Berta Cardoso, no filme de António Lopes Ribeiro "Feitiço do Império".
O ofício de marceneiro, que exerceu até 1943, conjuntamente à actividade fadista, ficará para sempre testemunhado, não só no nome, mas também n' "A casa da Mariquinhas", obra que construiu em madeira e que ilustra o fado com o mesmo nome, com letra de Silva Tavares; em exposição no Museu do Fado.
Criado pela sua bisneta Susana Duarte, em Outubro de 2001, é de consulta obrigatória, para quem queira saber mais acerca do artista, o site
www.alfredomarceneiro.com; complementarmente, em suporte papel, a foto biografia, assinada pelo seu neto Vítor Duarte, "Recordar Alfredo Marceneiro".

(texto do Blog: “Lisboa no Guiness” de Vítor Marceneiro)

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