março 30, 2011

UM FADO PARA OUVIR E VER


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UM FADO PARA VÓS Do CD “Um Fado para vós” de Aida Arménia em 2003 Letra de: Manuel Carvalho. Fado Moreno de: Eduardo Jorge Guitarra: Eduardo Jorge. Viola: Alexandre Santos

GALERIA DO FADO


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GALERIA DA SAUDADE


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ESCOLAS DE FADO

LUCILIA DO CARMO


Luc�lia do Carmo � unanimemente reconhecida como uma das maiores estilistas do fado do s�culo XX. Contudo, ironicamente, poucos sabem que esta cantora identificada para sempre com o fado � natural de Portalegre, onde nasceu em 1920, embora a fam�lia se tenha radicado em Lisboa quando Luc�lia tinha cinco anos. O potencial da sua voz foi reconhecido ainda a cantadeira era adolescente e, com 17 anos apenas, estreou-se como profissional no Retiro da Severa, por interm�dio de outra figura grande do fado da altura, Filipe Pinto. Em breve Luc�lia do Carmo era uma das fadistas mais afamadas da capital, actuando nas principais casas de fado, e chegando inclusive a atingir grande popularidade no Brasil, onde residiria durante cinco anos. Regressada definitivamente a Portugal em 1947, Luc�lia do Carmo abriria a sua pr�pria casa de fados no Bairro Alto. A Adega da Luc�lia tornar-se-ia hist�rica, sobretudo depois de o marido da cantora, Alfredo de Almeida (empres�rio com grande import�ncia no desenvolvimento da sua carreira), sugerir uma mudan�a de nome. Nascia assim o Faia, que se tornaria em ponto obrigat�rio de passagem para os amadores de fado, tal a qualidade do elenco que Luc�lia do Carmo atrairia para ali actuar (Alfredo Marceneiro, Carlos Ramos ou Trist�o da Silva foram apenas alguns dos nomes que l� cantaram). A direc�o do Faia seria posteriormente assumida pelo filho da cantora, Carlos do Carmo (ele pr�prio fadista de grande m�rito), depois do falecimento de Alfredo de Almeida. Relativamente avessa ao est�dio, deixou poucos discos gravados, embora esses poucos sejam obras essenciais do fado, como Maria Madalena ou Foi na Travessa da Palha. Luc�lia do Carmo retirou-se da m�sica na d�cada de 80. Faleceu em 1999 ap�s doen�a prolongada

Fonte: Wikipedia

ANDA UM FADO POR AÍ


O FASCINIO DA LOUCURA


És alma gémea da minha

Gostas de tudo qu' eu gosto

Tu podias ser só minha

Mas não és p'ra meu desgosto

.
Este amor que tu nem sonhas

É tanto que por castigo

Passo as noites medonhas

De tanto sonhar contigo

.
O fascinio da loucura

Que tu exerces em mim

Faz acender a paixão

Desta loucura sem fim
.


Tu não sabes nem um pouco

Porque me dói este amor

Ele tem tanto de louco

Qu'encontra alívio na dor