novembro 19, 2011

UM FADO PARA VER E OUVIR


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JÁ NÃO REZO HÁ TANTO TEMPO


Do CD “Duque da Ribeira” de Manuel Barbosa em 1996


Letra de: Manuel Carvalho. Fado Solene de: Alberto Correia


Guitarra: Rolando Teixeira. Viola: André Teixeira


GALERIA DO FADO


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GALERIA DA SAUDADE


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ESCOLAS DO FADO




CAMANÉ





Carlos Manuel Moutinho Paiva dos Santos, conhecido por Camané é um fadista nascido em Oeiras em 1967. Faz parte de uma grande geração de fadistas, de onde sobressaem seus dois irmãos. Pedro Moutinho e Hélder Moutinho.



Camané, em 1979 ganhou a Grande Noite de Fado, numa época em que não havia competição em separado para os mais novos, o que lhe possibilitou a gravação de álbum produzido por António Chainho. Gravou mais alguns discos nesta fase. Depois de interrupção de alguns anos regressou às lides do fado, actuando em diversas casas de fado. Participou também em produções de Filipe Lá Féria - "Grande Noite"; "Maldita Cocaína"; "Cabaret" - onde se evidencia. Em 1995 grava o disco Uma Noite de Fados" com a colaboração de José Mário Branco. O álbum N Linha da Vida foi editado em 1998.



"Esta Coisa da Alma" é o disco de 2000. Pelo Dia Dentro é lançado em 2001.



Grava ao vivo o disco "Como sempre… Como dantes".



A partir de 2004 esteve envolvido no projecto Humanos. Em 2006 é lançado o DVD: Ao Vivo No São Luis. O álbum Sempre de mim, editado em 2008, marca o regresso aos discos de estúdio. Em 27 de Setembro de 2010, editou “Do amor e dos dias”.



Camané (que foi casado com a grande interprete de fado: Aldina Duarte) faz parte da história contemporânea do fado, pela sua voz e seu estilo.



Fonte: Wikipedia, com arranjos de texto meus

ANDA UM FADO POR AÍ




Eu gosto tanto de ti



Que num só dia senti



Saudades de te não ver



O dia a custo passou



A noite tanto custou



Meu amor por te não ter





Para o teu corpo afagar



E a tua boca beijar



Meu Deus como demora



Eu queria ter o poder



De num minuto fazer



O tempo de uma hora





Quero dar-me com loucura



E sentir toda a ternura



Que tu tens para me dar



E poder num só segundo



Ter todo o tempo do mundo



Que quiser para passar





Apenas num dia apenas



Cantei p’ra ti mil poemas



Com raiva de te não ter



Eu gosto tanto de ti



Que num só dia senti



Saudades de te não ver